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Apple é processada por empresa do Canadá por violar patente com câmeras do iPhone

Conforme relata o Bloomberg Law, portal voltado para notícias do meio jurídico, a Apple está sofrendo um processo vindo da ImmerVision, um empresa de tecnologia canadense especializada em processamento de imagem e lentes grande-angulares, alegando que a gigante teria incorporado uma de suas invenções às câmeras de aparelhos que vão do iPhone 11, 12 Mini, 13 Pro Max até o iPad 2021. O processo surgiu em outubro e, mais recentemente, parte desses equipamentos foi incluído na ação.

A tecnologia empregada pela Apple violaria uma patente concedida à empresa do Canadá em 2005. Nisso, teria sido rompido o princípio com “estruturas de lentes objetivas que comprimem o centro e as bordas de uma imagem, ao mesmo tempo em que expandem uma zona intermediária”.

Supõe-se que, então, o sensor ultra-angular dos aparelhos da Apple — cuja visão ampla de 120º é corrigida pelo iOS — seja o problema em questão.

Com o processo, a ImmerVision busca uma indenização — em um valor não especificado no documento — e uma ordem para bloquear o uso futuro da invenção. A reclamação oficial foi apresentada um tribunal federal na cidade de bloqueando o uso futuro de sua invenção, de acordo com a reclamação apresentada no tribunal federal em Wilmington, no estado americano de Delaware. A Apple ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto.

Fonte: TudoCelular

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Jogadores de futebol entram na Justiça contra álbuns de figurinhas

Sucesso entre crianças, adolescentes e adultos apaixonados por futebol, os álbuns de figurinhas viraram alvo de centenas de ações judiciais nos últimos anos. O motivo? Jogadores pedem indenização por danos morais por aparecerem nos cromos sem autorização prévia.

De um lado, as editoras alegam que as publicações têm valor histórico e informativo. Do outro, os esportistas afirmam que sua imagem gera lucro sem que tenham dado aval à iniciativa e sem receberem nenhuma porcentagem. E a briga está longe de ser pacificada, pois há decisões favoráveis e desfavoráveis às duas partes a depender de quem julga.

No Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), somente em novembro, foram julgadas ao menos 20 ações relacionadas a isso. A discussão não é nova e processos como estes sempre existiram, não somente em relação a revistas impressas mas também a jogos de videogame. Entretanto, estes processos se tornaram cada vez mais frequentes de 2019 para cá.

Às vezes, os jogadores conseguem as indenizações – que geralmente variam entre R$ 5 mil e R$ 10 mil. Em outras, a indenização acaba negada. O resultado é divergente a depender do entendimento do colegiado responsável por julgar a demanda.

Fonte: Metrópoles

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Cannabis para atletas pode movimentar R$ 900 milhões por ano no Brasil

Dia 7, a Kaya Mind, consultoria brasileira especializada no mercado da cannabis, apresentou o seu mais novo estudo: “Cannabis e Esportes”. O levantamento inédito, enviado em primeira mão ao Cannabiz, indica que o segmento esportivo pode gerar negócios de mais de R$ 900 milhões de reais por ano para os medicamentos e derivados da erva. Esse montante, ainda segundo a empresa, traria uma arrecadação de R$ 297 milhões em impostos anuais para os cofres públicos.

Projeções desse tipo no universo da cannabis costumam ser otimistas e levar em conta uma série de fatores que nem sempre se confirmam, pois dependem de regulamentação e aceitação de médicos, pacientes e demais consumidores. Ainda assim, o documento aponta para mais uma tendência global e reforça o potencial da cannabis em uma vertente ainda pouco explorada no Brasil. No resto do mundo, vem crescendo o interesse de atletas, amadores e profissionais, pelos benefícios da planta, principalmente seus efeitos analgésicos e anti-inflamatórios. As evidências acumuladas em pesquisas e experiências clínicas, inclusive, levaram a sempre rigorosa agência mundial anti-doping (WADA) a retirar o canabidiol (CBD) da lista de substâncias proibidas durante competições. Nos Jogos Olímpicos de Tóquio, realizados neste ano em função da pandemia, a cannabis terapêutica já estava liberada para aliviar dores e acelerar a recuperação dos competidores.

O relatório da Kaya Mind, que será lançado e disponibilizado gratuitamente no dia 7 de dezembro, usou fontes oficiais que foram balizadas a partir de pesquisas e métricas internas da consultoria. Para a projeção do tamanho do mercado, foram selecionadas 24 modalidades esportivas relevantes no Brasil e os três perfis de atletas com maior potencial para fazer uso medicinal da cannabis. Além disso, foram considerados 15 fatores socioculturais, econômicos e fisiológicos de cada uma das modalidades para a análise, que considerou uma projeção de consumo médio por pessoa, período de tratamento e valor médio do miligrama dos óleos com CBD disponíveis no Brasil.

Com esses dados, a Kaya Mind projeta que o consumo de derivados da planta entre atletas de diferentes níveis (profissionais, amadores e eventuais) tem o potencial de movimentar R$ 901,3 milhões ao ano no país, dos quais R$ 297,4 milhões seriam arrecadados anualmente em forma de impostos.

Fonte: Veja

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Anvisa aprova 8º produto medicinal à base de ‘Cannabis’

Produto pode ser vendido em farmácias e drogarias com receita médica.

A Anvisa publicou nesta quarta (1°) a oitava autorização sanitária de um produto à base de Cannabis. A resolução está no Diário Oficial.

Trata-se de uma solução de uso oral com o nome Canabidiol Verdemed 23,75 mg/mL.

O produto pode ser comercializado em farmácias e drogarias a partir da prescrição médica por meio de receita do tipo B (de cor azul).

O produto é fabricado na Colômbia.

No fim de 2019, a Anvisa autorizou a venda em farmácias de produtos à base de Cannabis, desde que o substrato ou o produto todo sejam importados. O cultivo de maconha segue proibido.

Fonte: O Antagonista

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Mastercard pede registro de marca no Brasil e cita criptomoedas

A Mastercard no Brasil solicitou nos últimos dias um pedido de registro de sua marca que acabou mencionando as criptomoedas.

A empresa processa pagamentos de várias formas em sua rede e até fez um evento recentemente fechado à imprensa para contar a relação com as criptomoedas.

Ao lado da Visa, a Mastercard é uma das principais empresas bandeiras do mercado financeiro.

No final do último mês de outubro, vale lembrar que a empresa chamou atenção mundial ao afirmar que processaria o Bitcoin em sua rede global de pagamentos, que poderia alcançar milhões de comércios. Para isso, ela conta com uma parceria com a Bakkt.

O que o pedido de registro de marca da Mastercard no Brasil cita sobre criptomoedas?

A Mastercard International Incorporated dos Estados Unidos pediu no Brasil seu registro de marca. A solicitação foi feita no dia 27 de outubro, mas só agora foi publicada pela autarquia brasileira seu pedido formal ao público.

Assim, por 90 dias o pedido da Mastercard será avaliado e pode receber contestações de terceiros. De qualquer forma, o que chama atenção do pedido é que a empresa já chega querendo utilizar sua marca no mercado de criptomoedas brasileiro.

Entre os serviços que a Mastercard poderia prestar está o de pagamentos em criptomoedas, câmbio (negociação, compra e venda), e ainda o de fornecimento de informações financeiras ao setor.

“serviços de processamento de pagamentos em criptomoedas; serviços de câmbio de criptomoedas com tecnologia cadeia de blocos (blockchain); fornecimento de informações financeiras na área de criptomoeda”.

Vale lembrar que a Mastercard é dona da CipherTrace, uma empresa que rastreia criptomoedas, adquirida também em 2021, o que deixa claro os planos da gigante para o setor.

Em conversa recente com a imprensa, Walter Pimenta, Vice-Presidente da Mastercard na América Latina e Caribe, explicou que a empresa já atua no setor de criptomoedas em El Salvador, país que tornou o Bitcoin como curso legal nos últimos meses. Além disso, ele lembrou que a empresa deve apoiar tanto criptomoedas, quanto CBDCs e stablecoins privadas.

Movimento da Mastercard acontece dias após a Visa

Vale lembrar que o movimento da Mastercard no Brasil é importante para mostrar que a empresa já está preparada para atuar no setor de criptomoedas, assim como sua principal concorrente, a Visa.

Isso porque, no último dia 17 de novembro, a Visa também fez um pedido de registro para processar pagamentos de criptomoedas no país, que é apontado como o maior mercado de Bitcoin da América Latina.

Ou seja, às duas principais bandeiras do mercado financeiro chegam ao país, que pode ver soluções em breve chegando ao comércio, assim como já é feito em outros países.

Fonte: LiveCoins