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		<title>Copa do Mundo 2026: a propriedade intelectual por trás dos megaeventos esportivos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tavares Office]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 19:26:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje (dia 11 de junho) começa a Copa do Mundo da FIFA 2026, um dos maiores eventos esportivos do planeta. Mas, além da competição em campo, existe uma disputa bilionária fora dele: a proteção e exploração de ativos de propriedade intelectual. Megaeventos como a Copa movimentam: Direitos de transmissão Patrocínios globais Licenciamento de marcas Direitos de imagem de atletas Propriedade intelectual como base do modelo de negócios Eventos esportivos dessa magnitude dependem fortemente de ativos intangíveis. Entre os principais elementos protegidos estão: Marcas oficiais e logotipos Símbolos e emblemas Conteúdo audiovisual (direitos autorais) Imagem de atletas e seleções A exploração econômica desses ativos sustenta toda a cadeia de valor do evento. O papel da legislação brasileira O Brasil desenvolveu, ao longo dos anos, um arcabouço robusto para proteger a propriedade intelectual no esporte. Principais normas aplicáveis: Lei da Propriedade Industrial (Lei nº 9.279/96) Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9.610/98) Lei Pelé (Lei nº 9.615/98) A Lei Pelé, por exemplo: Protege símbolos esportivos Garante direitos sobre nome e apelido de atletas Regula o direito de imagem (licenciável por contrato) Regimes especiais para grandes eventos O Brasil já adotou legislações específicas para megaeventos, como: Lei Geral da Copa (2012) Lei Geral das Olimpíadas (2016) Essas normas trouxeram medidas como: Reconhecimento de alto renome de marcas Tramitação prioritária de registros no INPI Criminalização do uso indevido de símbolos Marketing de emboscada: um dos maiores riscos Um dos principais desafios jurídicos em eventos esportivos é o marketing de emboscada, que pode ocorrer de duas formas: Associação indevida: sugerir vínculo com o evento sem autorização Intrusão: exposição não autorizada no ambiente do evento A legislação brasileira tipifica essas práticas como ilícitas, protegendo patrocinadores oficiais. O cenário para a Copa de 2026 Diferentemente do Brasil em 2014, Estados Unidos, Canadá e México não adotaram, até o momento, regimes legais específicos para a Copa de 2026. Ainda assim, os desafios permanecem: Proteger marcas oficiais Evitar uso indevido de símbolos Garantir exclusividade a patrocinadores Proteger direitos de imagem Lei Geral do Esporte: o marco mais recente A Lei nº 14.597/2023 consolidou avanços importantes ao: Criminalizar o uso indevido de marcas e símbolos esportivos Penalizar comercialização de produtos não autorizados Regulamentar o marketing de emboscada A Copa do Mundo reforça que a propriedade intelectual é um dos principais ativos em eventos globais. Para empresas, patrocinadores e titulares de direitos, proteger e gerenciar esses ativos é essencial para capturar valor e mitigar riscos. A Tavares IP auxilia empresas na proteção e exploração estratégica de ativos de propriedade intelectual em mercados globais. Entre em contato para estruturar sua estratégia.</p>
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		<title>INPI lança Guias Rápidos para simplificar pedidos de patente no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tavares Office]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 15:09:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) lançou uma nova página de Guias Rápidos de Patentes, com o objetivo de tornar mais acessível e intuitivo o processo de depósito e acompanhamento de pedidos no Brasil. A iniciativa centraliza, em um único ambiente digital: Orientações sobre cada etapa do processo de patente Links para sistemas oficiais do INPI Acesso à legislação e normas aplicáveis Bases de busca nacionais e internacionais Mais clareza ao longo do ciclo de vida da patente Os Guias Rápidos foram estruturados para apoiar usuários em todas as fases do procedimento, incluindo: Depósito de patente Exame formal preliminar Requerimento de exame técnico Cumprimento de exigências técnicas Expedição da carta patente Além disso, o conteúdo aborda: Procedimentos facultativos (transferência, alterações, opinião preliminar) Situações excepcionais no trâmite Interações com sistemas digitais Digitalização e melhoria da experiência do usuário A substituição dos antigos guias em PDF por páginas web estruturadas representa um avanço relevante: Navegação mais intuitiva Integração com sistemas como e-Patentes e peticionamento eletrônico Acesso direto à GRU e demais serviços Possibilidade de recursos interativos Essa transformação está alinhada às melhores práticas internacionais de escritórios de propriedade intelectual. Impacto para empresas e investidores internacionais Para empresas estrangeiras interessadas no mercado brasileiro, a iniciativa traz benefícios importantes: Redução de barreiras operacionais Maior transparência nos procedimentos Facilidade na condução de pedidos de patente Melhor previsibilidade no sistema de PI Isso contribui para tornar o Brasil um ambiente mais acessível e competitivo para inovação. Propriedade intelectual como facilitadora de negócios A modernização do acesso à informação reforça o papel estratégico da propriedade intelectual: Apoia decisões mais rápidas e informadas Reduz riscos operacionais Aumenta a eficiência na gestão de ativos Incentiva a entrada de novos players no mercado Visite a página dos Novos Guias Rápidos para descobrir o conteúdo disponível. A Tavares IP oferece suporte completo para depósito e gestão de patentes no Brasil. Entre em contato e simplifique sua estratégia de proteção.</p>
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		<title>Acordo UE–Mercosul fortalece Indicações Geográficas brasileiras no cenário internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tavares Office]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 11:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O acordo entre Mercosul e União Europeia, em vigor provisório desde maio, representa um marco relevante para a valorização de produtos brasileiros protegidos por Indicação Geográfica (IG). Atualmente, o Brasil conta com: 150 IGs nacionais reconhecidas 119 Indicações de Procedência (IP) 31 Denominações de Origem (DO) 161 IGs registradas considerando também as estrangeiras Esse cenário demonstra um crescimento consistente na utilização desse ativo estratégico de propriedade intelectual. Impacto do acordo na proteção internacional O tratado amplia a proteção jurídica das IGs brasileiras no mercado europeu, trazendo benefícios relevantes: Redução do uso indevido de nomes geográficos por terceiros Maior segurança jurídica para exportação Reconhecimento internacional de produtos regionais Fortalecimento da reputação e autenticidade Produtos como cafés, queijos, vinhos, mel e cachaça tendem a se beneficiar diretamente desse novo ambiente regulatório. IGs como estratégia de valorização e diferenciação As Indicações Geográficas desempenham um papel estratégico ao: Associar qualidade e reputação à origem territorial Preservar o know-how local Criar barreiras competitivas no mercado global Impulsionar cadeias produtivas regionais Além disso, quando combinadas com marcas registradas, permitem que produtores: Desenvolvam identidade própria Diferenciem seus produtos dentro do mesmo território Expandam estratégias comerciais de longo prazo Desafios para acesso efetivo ao mercado europeu Apesar do avanço regulatório, o sucesso comercial depende de fatores adicionais: Capacidade produtiva consistente Padronização de qualidade Organização dos produtores locais Adequação a requisitos técnicos e sanitários da UE Ou seja, o acordo cria oportunidades — mas sua captura depende de estratégia e execução. Reflexos regulatórios e novas oportunidades O impacto dos acordos internacionais vai além do comércio exterior: Estimula novos registros de IG no Brasil Influencia políticas públicas Fortalece o ecossistema de inovação regional Serve como base para futuras negociações (como com a EFTA) Além disso, as IGs contribuem para: Desenvolvimento territorial Turismo rural Expansão de negócios locais O acordo UE–Mercosul reforça o papel da propriedade intelectual como ferramenta estratégica para internacionalização. As Indicações Geográficas deixam de ser apenas um selo de origem e passam a ser um ativo competitivo global. Na Tavares IP, apoiamos empresas e associações na proteção, gestão e internacionalização de ativos de propriedade intelectual. Entre em contato para estruturar sua estratégia de IG e expansão global.</p>
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		<title>INPI e Reino Unido reforçam cooperação em propriedade intelectual</title>
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		<pubDate>Thu, 28 May 2026 11:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) recebeu recentemente representantes do Escritório de Propriedade Intelectual do Reino Unido (UK IPO) para discutir novas iniciativas conjuntas e aprofundar a cooperação bilateral em PI. A parceria, iniciada em 2007, continua sendo um eixo relevante para o fortalecimento do sistema brasileiro de propriedade intelectual e sua integração ao cenário global. Prioridades estratégicas até 2027 Durante o encontro, foram discutidas ações concretas com potencial de impacto direto no ecossistema de inovação: Definição de um plano conjunto de atividades até 2027 Avanços em digitalização e uso estratégico de dados Iniciativas de financiamento baseadas em ativos de PI Promoção do sistema brasileiro junto a empresas estrangeiras Projetos de cooperação técnica com resultados de curto prazo Essas iniciativas indicam uma abordagem cada vez mais estratégica da propriedade intelectual como ferramenta de desenvolvimento econômico. Impacto para empresas e investidores internacionais A intensificação da cooperação entre Brasil e Reino Unido gera reflexos diretos para empresas estrangeiras: Maior previsibilidade e alinhamento institucional Ambiente mais favorável para proteção de ativos intangíveis Estímulo à inovação e transferência de tecnologia Fortalecimento da segurança jurídica em PI Além disso, a promoção ativa do sistema brasileiro de PI tende a atrair empresas internacionais interessadas em operar ou investir no Brasil. Transformação institucional e modernização do INPI A cooperação com o UK IPO também contribui para: Modernização de processos internos Melhoria na gestão organizacional Aumento da eficiência na análise de ativos de PI Historicamente, parcerias internacionais têm desempenhado papel relevante na evolução do INPI como instituição estratégica para o desenvolvimento econômico brasileiro. Propriedade intelectual como vetor de competitividade global O fortalecimento da cooperação internacional evidencia uma tendência clara: a propriedade intelectual está no centro das estratégias de inovação e competitividade. Iniciativas como essa reforçam: A integração do Brasil ao ecossistema global de PI A importância de estruturas eficientes de proteção O papel da PI na atração de investimentos estrangeiros A aproximação entre INPI e Reino Unido sinaliza um avanço relevante na consolidação do Brasil como um ambiente mais atrativo e estruturado para inovação. Mais do que cooperação institucional, trata-se de um movimento estratégico com impacto direto na forma como empresas globais protegem e exploram seus ativos no país. A Tavares IP auxilia empresas estrangeiras na navegação do sistema brasileiro de propriedade intelectual. Entre em contato para estruturar sua estratégia de proteção e expansão no Brasil.</p>
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		<title>Novas regras de transição para o exame de Desenhos Industriais no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2026 14:39:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) publicou hoje, 19 de maio de 2026, na Revista da Propriedade Industrial nº 2889, a Portaria nº 69/2026. A medida institui uma regra de transição aplicável ao exame de pedidos de registro de desenho industrial, mitigando potenciais conflitos decorrentes da implementação da segunda edição do Manual de Desenhos Industriais. Garantia de direitos: Os pedidos pendentes de exame protocolados até 1º de dezembro de 2023 (60 dias após a entrada em vigor da segunda edição do Manual) serão analisados sob as diretrizes da primeira edição, caso a aplicação das regras vigentes resulte em prejuízo à proteção reivindicada. Petições em andamento: O regime de transição estende-se às petições de cumprimento de exigência técnica pendentes de análise, desde que tenham sido formuladas durante a vigência da primeira edição do Manual. A medida confere maior segurança jurídica e previsibilidade aos titulares nacionais e estrangeiros com portfólios em andamento no país. Nossa equipe técnica está à disposição para avaliar os impactos desta portaria sobre os ativos de nossos clientes. Para mais informações, entre em contato pelo e-mail patents@tavaresoffice.com.br.</p>
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		<title>Patentes Vencidas, Royalties Ativos: A Disputa Bilionária no Agronegócio Brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tavares Office]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 11:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A expiração da patente da semaglutida abriu um debate global sobre o equilíbrio entre a proteção à inovação e o acesso ao mercado. No Brasil, essa mesma tensão ecoa em uma arena menos visível, mas igualmente bilionária: o agronegócio. No centro do conflito estão patentes de biotecnologia agrícola, royalties cobrados após o vencimento da proteção legal e um projeto de lei que pode redesenhar as regras do jogo para toda a indústria. O Caso Intacta RR2 PRO: Patentes, Soja e R$ 5 Bilhões em Disputa A tecnologia Intacta RR2 PRO, desenvolvida pela Monsanto e adquirida pela Bayer, está presente em cerca de 80% das lavouras de soja do Brasil. Ela confere resistência a pragas e herbicidas, reduzindo custos operacionais para o produtor que, em contrapartida, paga royalties pelo seu uso. O problema: parte das patentes que sustentavam essa cobrança já expirou. Levantamento judicial revelou que: A patente PI9816295-0 venceu em março de 2018 A patente PI0016460-7 expirou em dezembro de 2020 A patente PI0610654-4, ainda ativa, vence em maio de 2026 Apesar das expirações, a Aprosoja-MT aponta que os royalties continuaram a ser cobrados integralmente. Com uma rentabilidade média de R$ 85,50 por hectare e royalties de cerca de R$ 280 por hectare, sendo dois terços referentes a patentes vencidas, os produtores estariam pagando por tecnologia que, legalmente, já deveria ser de uso livre. O Tribunal de Justiça de Mato Grosso deu razão aos produtores em primeira e segunda instâncias, determinando a devolução dos valores com juros e correção monetária. O montante estimado supera R$ 5 bilhões apenas no estado, e processos semelhantes correm na Bahia, Goiás, Piauí, Tocantins e no Rio Grande do Sul. O PL 5810/2025: Uma Solução ou um Novo Problema? Em paralelo, tramita no Congresso o Projeto de Lei nº 5810/2025, que propõe compensar os atrasos do INPI na análise de patentes, permitindo a extensão da proteção por até cinco anos. O projeto tem defensores na indústria inovadora, mas enfrenta forte resistência. Uma coalizão formada por entidades do agronegócio e da indústria farmacêutica, incluindo Apabio, Aenda, Abifina, PróGenéricos e Grupo FarmaBrasil, alerta para riscos concretos: Criação de monopólios artificiais com prazos imprevisíveis Atraso na entrada de produtos pós-patente no mercado Elevação de custos de medicamentos e insumos agrícolas essenciais Impedimento à entrada em domínio público de tecnologias já maduras Há também um obstáculo jurídico relevante: o STF, no julgamento da ADI 5529, declarou inconstitucional a extensão de prazos de patentes decorrente da demora administrativa do INPI, o que suscita sérias dúvidas quanto à viabilidade constitucional do projeto. O Que Isso Significa para Empresas Internacionais Para empresas estrangeiras que operam ou pretendem operar no Brasil (seja no setor farmacêutico, de agtech ou de biotecnologia), este cenário traz lições e alertas importantes: Due diligence de patentes é indispensável antes de qualquer licenciamento ou aquisição de tecnologia no Brasil A validade de uma patente no INPI não equivale à inexistência de litígio — processos judiciais podem questionar cobranças retroativamente Mudanças legislativas em curso podem alterar o prazo e a estratégia de proteção de ativos de PI no país A reputação da empresa pode ser afetada por cobranças sobre patentes vencidas, com impacto direto em relações comerciais e processos judiciais O caso da soja Intacta é um exemplo emblemático de como a gestão inadequada do ciclo de vida de patentes pode gerar passivos bilionários e conflitos estruturais com clientes e parceiros. Para titulares de PI no Brasil, monitorar ativamente o portfólio de patentes (e agir com transparência nas relações de licenciamento) não é apenas uma boa prática: é uma necessidade estratégica.</p>
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		<title>SEPs e Padrões Tecnológicos: Como a Propriedade Intelectual Impulsiona a Inovação no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 11:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil ocupa uma posição estratégica no cenário global de inovação, mas para que esse potencial se converta em competitividade real, é indispensável um sistema robusto de Propriedade Intelectual (PI). No centro desse debate estão as Standard Essential Patents (SEPs) e os padrões tecnológicos, elementos que moldam diretamente o acesso à tecnologia, a atração de investimentos e a inserção de empresas brasileiras em cadeias globais de valor. O Que São as SEPs e Por Que Elas Importam? As SEPs são patentes que protegem tecnologias indispensáveis à implementação de padrões globais, como 4G, 5G e Wi-Fi. Qualquer fabricante ou desenvolvedor que queira operar dentro desses padrões precisa, necessariamente, acessar essas tecnologias. Para equilibrar os direitos dos titulares com o acesso amplo ao mercado, os detentores de SEPs se comprometem a licenciar suas tecnologias em termos FRAND (Fair, Reasonable and Non-Discriminatory): Justos: a remuneração reflete o valor real da inovação Razoáveis: as condições não inviabilizam o licenciado Não discriminatórios: tratamento equivalente entre licenciados em situação similar Esse equilíbrio é essencial para que o ecossistema tecnológico funcione, e é onde a PI estratégica faz toda a diferença. Padrões Tecnológicos Como Plataforma de Inovação Longe de serem meras especificações técnicas, os padrões globais funcionam como infraestrutura invisível da inovação. Eles garantem: Interoperabilidade entre dispositivos e redes de diferentes fabricantes Previsibilidade regulatória para investidores e desenvolvedores Acesso escalável a tecnologias disruptivas, especialmente para PMEs No Brasil, onde pequenas e médias empresas respondem por quase 70% dos empregos formais, esse acesso tem impacto direto na inclusão produtiva e na geração de valor. O Papel Estratégico das APIs Se as SEPs asseguram a base tecnológica da conectividade, as APIs (Application Programming Interfaces) são o trilho operacional sobre o qual desenvolvedores constroem soluções. A combinação de padrões abertos com APIs bem estruturadas cria um ambiente de inovação modular que: Reduz barreiras de entrada para startups e PMEs Permite o desenvolvimento de soluções de IoT e cidades inteligentes Viabiliza a integração em cadeias globais sem reinventar tecnologias essenciais PI Como Fundamento da Segurança Jurídica Inovação sustentável depende de um ambiente jurídico estável. Um regime sólido de PI oferece: Proteção aos investimentos em P&#38;D Redução da incerteza regulatória Incentivos econômicos claros para continuar inovando Para empresas internacionais que buscam parceiros ou operações no Brasil, a compreensão do marco regulatório de PI (incluindo o tratamento das SEPs) é um passo estratégico indispensável. O sistema de padrões tecnológicos e SEPs, quando bem gerido, representa um mecanismo poderoso de democratização da tecnologia e de estímulo à inovação. Para empresas nacionais e internacionais, navegar esse ecossistema com segurança jurídica exige orientação especializada.</p>
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		<title>INPI e ABIN unem forças para combater a falsificação de propriedade intelectual</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 17:35:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil deu um passo relevante para fortalecer sua estrutura de enforcement em matéria de propriedade intelectual. Em 7 de abril de 2025, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) assinaram um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) voltado ao combate à contrafação, à pirataria e à biopirataria. Para empresas internacionais com ativos de propriedade intelectual no Brasil, o acordo sinaliza uma mudança clara: a proteção de PI passa a ser tratada como prioridade estratégica nacional. O que o acordo abrange O ACT estabelece um amplo marco de cooperação entre as duas instituições, incluindo: Proteção de conhecimentos sensíveis do INPI relacionados a operações de combate à contrafação e à pirataria Salvaguarda da propriedade intelectual da própria ABIN, em sua atuação como Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT) Compartilhamento de informações e prestação de serviços técnicos especializados Desenvolvimento conjunto de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação O INPI também manifestou interesse em integrar o Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin) — um movimento sem precedentes que pode inserir a autoridade de PI no aparato mais amplo de inteligência do Estado brasileiro. Nova unidade de inteligência no INPI Um ponto importante para quem acompanha o ambiente regulatório brasileiro: em dezembro de 2025, o INPI criou uma unidade interna dedicada a operações de combate à contrafação com base em inteligência. A parceria com a ABIN surge como um desdobramento estratégico e natural dessa iniciativa. Durante a cerimônia de assinatura, o presidente do INPI, Júlio César Moreira, destacou que a atuação da ABIN será transformadora para a proteção de patentes no Brasil e para o fortalecimento da capacidade de enforcement da autarquia. Por que isso importa para titulares internacionais de PI Para titulares de marcas, patentes e empresas com operações intensivas em propriedade intelectual no Brasil, o acordo traz implicações concretas: Maior capacidade investigativa para identificar e desarticular redes de contrafação e pirataria Fortalecimento do enforcement institucional de direitos de PI, historicamente fragmentado entre diferentes órgãos Ampliação da proteção contra biopirataria, especialmente relevante para setores como cosméticos, farmacêutico e alimentício Sinal positivo para investidores estrangeiros de que o Brasil está elevando seus padrões de proteção de PI Uma mudança estratégica na abordagem brasileira A parceria entre INPI e ABIN marca uma mudança relevante na forma como o Brasil trata a proteção da propriedade intelectual — saindo de um modelo predominantemente administrativo para uma estratégia que incorpora capacidades de inteligência estatal. Para empresas que dependem da integridade de seus ativos de PI no país, acompanhar esses desdobramentos institucionais é tão importante quanto registrar marcas e depositar patentes. A Tavares IP acompanha de perto o cenário regulatório e institucional da propriedade intelectual no Brasil, oferecendo assessoria estratégica para clientes nacionais e internacionais. Entre em contato para entender como proteger seus ativos com precisão jurídica e visão estratégica.</p>
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		<title>UFMG bate recorde de patentes: o que isso revela sobre a inovação no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 14:04:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) atingiu, em 2025, seu maior número de depósitos de patentes, com 95 pedidos submetidos ao INPI, superando seu próprio recorde anterior. O resultado reforça o papel das universidades como protagonistas no sistema brasileiro de inovação. Muito além das patentes Os números refletem uma atuação consistente em propriedade intelectual: 95 pedidos de patentes 55 registros de software 54 registros de marca 7 desenhos industriais 7 registros de know-how O desempenho demonstra uma estratégia estruturada de proteção e valorização de ativos intangíveis. Transferência de tecnologia em destaque O avanço não se limita apenas ao depósito de ativos, mas também à sua aplicação prática. A atuação do NIT (CTIT) tem sido fundamental para: Converter pesquisa em soluções de mercado Apoiar licenciamento e transferência de tecnologia Fortalecer o ecossistema de inovação Apesar do crescimento de grandes empresas, como multinacionais e companhias nacionais, as universidades públicas continuam desempenhando um papel central no Brasil. Esse cenário difere de mercados como os EUA, a Europa e a China, onde a inovação é majoritariamente liderada pelo setor privado. A Tavares IP apoia instituições e empresas na proteção e valorização de ativos de inovação no Brasil, incluindo patentes, softwares e marcas. Fale com nossa equipe e potencialize sua estratégia de propriedade intelectual.</p>
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		<title>Brasil e China firmam acordo de cooperação em patentes</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 19:22:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O INPI e a CNIPA firmaram um Memorando de Entendimento para cooperação na área de patentes, reforçando a relação entre Brasil e China em inovação e propriedade intelectual. O acordo foi formalizado durante o Zhongguancun Forum, um dos principais eventos globais de tecnologia, e inclui iniciativas voltadas à troca de experiências e aprimoramento dos sistemas de exame. O que prevê a cooperação A parceria abrange temas estratégicos para o sistema de patentes: Cooperação internacional entre os escritórios Gestão e eficiência no exame de patentes Troca de boas práticas Iniciativas de automação Impacto estratégico A aproximação entre os dois escritórios indica um movimento relevante de fortalecimento institucional e alinhamento internacional. Para empresas e escritórios de PI: Maior previsibilidade nos procedimentos Potencial ganho de eficiência nos exames Ambiente mais integrado para proteção internacional Reforço da relevância da China-Brasil no cenário global Visão estratégica A cooperação entre INPI e CNIPA reflete uma tendência global: maior integração entre escritórios de PI para lidar com o crescimento de depósitos internacionais. Empresas com atuação entre Brasil e China devem acompanhar de perto essas iniciativas para ajustar suas estratégias de proteção. A Tavares IP auxilia empresas na gestão estratégica de patentes no Brasil e em conexões com mercados internacionais, incluindo a Ásia. Fale com nossa equipe e fortaleça sua estratégia global de patentes.</p>
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